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jigajoga

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14
Ago19

Ás quartas feiras costumo comprar o Público

Alface do Campo

Isto de viver no campo tem  os seus quês. O principal é que nada - das benesses da vida urbana, bem entendido - está ali à mão. Cafés, jornais, as compras do mês, tudo implica entrar no carro e conduzir pelo menos meia-dúzia de quilómetros. Por isso, faço sempre uma lista (depois, às vezes esqueço-me dela em casa...) das coisas de que preciso para rentabilizar ao máximo as saídas.

Como entre as raras vezes que ligo a televisão, o rádio do automóvel e a internet, vou estando mais ou menos a par das notícias, é raro comprar o jornal. Mas costumo comprar o Público às quartas, sextas e sábados, porque traz coisas que me interessam.

Hoje, está fraquito. Metade é sobre a greve dos motoristas de matérias perigosas, e nem sei se vou ler, porque são momento surreais em que toda a gente, ou quase, parece ter enlouquecido. Bom editorial de Ana Sá Lopes, mas é só. No entanto, traz a crónica de Rui Tavares na contracapa, e esta crónica é o principal motivo que me leva a gastar 1,30 € nas maior parte das quartas feiras. A de hoje é boa e quase vale o preço do jornal só por si.

19
Jul19

Thank God it's Friday...

Alface do Campo

... mas isso é irrelevante, porque continua toda a gente zangada. 

Assim, and to whom it may concern, renovo hoje a minha decisão de deixar de dar uma volta diária por blogs e jornais. É verão e quero ver se chego ao próximo ano de trabalho com alguma saúde mental. Se tiver que ser à custa de ignorar o que se passa no mundo, que seja. Assim como assim não posso fazer grande diferença. 

18
Jul19

Como se combate a violência verbal que tomou conta das caixas de comentários de blogues e jornais?

Alface do Campo

De há uns tempos para cá, é praticamente impossível tentar sequer um debate civilizado num blogue. Imediatamente vem um (ou dois, ou três) comentador habitual (alguns blogues ditos de referência parecem ter dois ou três destes de serviço permanente) e despeja uma torrente de insultos.

Já lá vai há muito a fase do insulto mais ou menos polido, da ironia, do sarcasmo. Agora quando se tem a desgraça de desagradar a alguém a bitola começa logo no palavrão pior de que a criatura se lembra. Atrás de um teclado e de um nick, todos desatam o baraço da saca de insultos e cá vai disto. 

Claro que essa linguagem diz muito de quem a usa como argumento, mas tem o efeito secundário de impedir uma simples troca de ideias. 

As caixas de comentários são agora repositórios de linguagem escatológica. Não há discussão, não há argumentos e, às vezes, nem sequer há uma remota relação com o artigo ou post "comentado". 

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